Como conduzir uma reunião go/no-go real — não uma sondagem de ambiente
A maioria das reuniões go/no-go não são decisões. São rituais onde a equipa confirma o que a liderança já decidiu. Eis como conduzir uma que realmente muda resultados.
O problema do teatro go/no-go
Entre em dez reuniões go/no-go e nove são teatro. A data de lançamento foi comprometida há dois meses.
As quatro perguntas que um go/no-go real responde
1. O que estamos realmente a lançar?
Não a descrição de marketing. O âmbito literal.
2. O que poderia correr mal, e como saberíamos?
Como se manifestaria e com que rapidez seria detectado.
3. Qual é a nossa resposta se correr mal?
O plano de resposta deve ser específico o suficiente para que um engenheiro de turno às 3 da manhã o possa executar.
4. O que mudaria a decisão?
Uma decisão que não pode ser alterada por nova informação não é uma decisão.
O que a análise estruturada acrescenta
Fazer o lançamento passar pelo Reloadium Launch Risk antes da reunião permite que a conversa comece a partir de um artefacto estruturado.
O resultado de um go/no-go real
Uma reunião real termina com um documento escrito: a decisão, os riscos críticos aceites, as mitigações, as condições de reversibilidade, e a data de revisão pós-lançamento.